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| Esta foi à maneira que o Prof. encontrou de dar nota 10 a tudo aquilo que, realmente, merece ser de conhecimento público, e nem sempre é divulgado. |
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Na gravação para o "OLYMPICS DOCUMENTRARY" o professor apolo discorreu sobre os dados do IBGE que demonstram que temos no Brasil uma juventude extremamente sedentária após a trajetória escolar por volta dos 16 anos de idade. Falou sobre o fato de nossa juventude gostar e acompanhar o que se passa nos esportes, mas efetivamente em maioria sequer praticar o básico de atividade física regular previsto como adequado para a manutenção da boa saúde. Chamou atenção para a exposição das bebidas alcoolicas na mídia e a participação de atletas de elite nestas propagandas,principalmente. Os Dados do IBGE, segundo o professor, convergem com a Literatura da Educação Física em livros de pedagogia dos esportes, que aponta para o comum abandono do esporte por volta desta faixa etária, seja por motivos de sobrevivência -necessidade de trabalhar - seja por decepções com o Esporte ou ainda por saturação ás cobranças exageradas de técnicos.
Mais que se preocupar apenas em passar uma boa imagem do ESPORTE BRASILEIRO o professor se preocupou em tocar um pouco na ferida e chamar atenção para o fato de que talvez mais disperdiçamos talentos do que aproveitamos. É certo que com 61 milhões de crianças e adolescentes no Brasil, dos 87% praticantes (que com certeza é um número bem inferior que este de 61 milhões)que desistem do esporte e com os 13% que sobram, sempre se revelam ainda muitos valores para os mais diversos esportes. Desta forma talvez não seja percebido o fato que poderiamos revelar muito mais do que fazemos. Porém o problema, segundo o professor, é complexo, envolve políticas públicas, maior preocupação dos Governos em investir em projetos que tenham um projeto pedagógico definido a curto, médio e longo prazo e não apenas investir em projetos apenas pensando nas verbas Ferderais que vêm com eles, sem ter a profundidade desejada.
Uma honra para o professor ter sido escolhido entre poucos para colocar neste documentário um ponto de vista de quem trabalhou e acompanhou de perto durante 23 anos o que se passa de verdade nas periferias brasileiras. |
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| Fica aqui o protesto do Professor com relação a tudo aquilo que se pudesse levaria nota menor que ZERO! |
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Os clubes de Futebol que ainda não pensaram em investir nos campinhos de bairros e quadras de conjuntos residenciais em periferias, como forma de melhor formar futuros cidadãos tanto quanto futuros talentos esportivos para o nosso país. Já foi o tempo dos "olheiros" ou de esperar que os garotos procurem os clubes quando já adolescentes. Os novos tempos exigem atitudes mais firmes e adequadas, voltadas para a formação do homem no aspecto global e os clubes deveriam pnsar e sair a frente nesta nova era da Revolução Humana. |
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